Guia Prático de Roma - Transportes

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A verdade que ninguém nunca contou a você sobre o Transporte em Roma

Como vocês já devem saber, a equipe do Passagem Aérea viajou para a Europa em Janeiro de 2014, passando por Portugal, Espanha, França e Itália. E para mostrar todas as novidades e dicas sobre essa experiência incrível, nós preparamos vários textos para o site. A primeira história foi sobre o Aeroporto Internacional de Roma – Leonardo da Vinci Fiumicino, no Guia Prático de Roma – Aeroporto. Hoje, o tema é transportes. Não que ele seja muito necessário em Roma, mas sempre é bom conhecer todas as facetas de uma cidade.

A minha jornada em Roma começou muito bem. O desembarque no aeroporto foi ótimo, sem nenhum problema com as malas. No terminal procurei um posto de atendimento ao turista. O funcionário me atendeu de forma ríspida e me entregou apenas um mapa preto e branco de Roma, amassado e pela metade. Disse que era o único disponível. Perguntei onde eu poderia pegar o trem até o centro da cidade e ele me explicou. Esse foi o único momento em que algum italiano foi indiferente comigo. Talvez, ele não estivesse em um bom dia. Mesmo assim, um só não fez eu mudar a ideia de milhares que foram encantadores durante a minha viagem.

Antes de conhecer a Europa, eu imaginava que as cidades italianas eram enormes, lotadas e agitadas. Como sempre ouvi falar sobre Roma, um dos lugares mais procurados pelos turistas, pensei que a cidade fosse grande e que eu não conseguiria conhece-la em apenas três dias, mas me enganei. Embora, Roma seja grande e cheia de boas atrações para conhecer, a cidade é pequena.

Eu tinha três opções para fazer o trajeto aeroporto-hotel: transporte público, serviço de transfer ou táxi. Alugar um carro estava fora de cogitação (nem me arrisquei a dirigir fora do Brasil). Para aproveitar ao máximo minha viagem, escolhi a primeira opção. Comprei um bilhete de 14 Euros para o trem Leonardo Express que vai desde o Aeroporto até a Estação Central Ferroviária de Roma, Termini, em aproximadamente 30 minutos.

Além dessa opção, era possível também pegar outro trem chamado Sabina-Fiumicino Line (FR1), que faz o mesmo trajeto, com paradas em Ostiense, Trastevere e Tuscolana, aumentando o tempo de viagem, pelo valor de 8 Euros. O Serviço de Transfer é feito por empresas particulares e não vinculadas ao aeroporto. Geralmente, essas companhias cobram o valor de 15 Euros para levá-lo de Fiumicino (Aeroporto) até a porta do hotel.

Os pontos de ônibus ficam na saída do Terminal 1. As empresas responsáveis pelo transporte levam os passageiros para diferentes locais da cidade. Para não ter erro, optei pelo Leonardo Express que me deixa exatamente na estação Termini, que faz ligação com as únicas duas linhas de metrô de Roma: a Linha A (vermelha) e Linha B (Azul).

Assim que cheguei no hotel, o recepcionista foi muito simpático e prestativo. Ao ouvir meu sotaque, embalou um inglês e me entregou um mapa (esse sim, era muito bom!) com todos os pontos turísticos de Roma desenhados. No mesmo mapa era possível ver as duas linhas de metrô, que cruzavam a cidade, e suas estações.

Logo no primeiro dia consegui conhecer o Coliseu, o Foro Romano, o Palatino e a Fontana di Trevi. Tudo seguindo o mapa e, o mais importante, a pé. Quando eu disse, lá no começo do texto, que o transporte não era tão necessário, eu quis dizer que em Roma tudo pode ser feito caminhando. Para conhecer a cidade de uma forma mais verdadeira e íntima, nada melhor do que um passeio ao ar livre.

As estações são ótimas, os bilhetes valem a pena, o Roma Pass também. Mas nada conta tanto como sua vivência com os verdadeiros cantos e ruas da cidade. O gostoso é entrar nas ruelas e encontrar prédios bonitos e antigos. O bom é conhecer lugares onde os turistas não estão. É interessante frequentar os locais onde os verdadeiros italianos vão (e não só turistas).

Meu hotel ficava próxima a estação República, na Linha A, portanto não era falta de opção. E mesmo assim, a única vez que utilizei o metrô foi para ir até o Vaticano. Embarquei na estação República e desci na Ottaviano “San Pietro”, na mesma linha (5 estações depois). Realmente, o caminho foi muito rápido. O metrô de Roma é eficiente. Utilizei o passe de 6 Euros que permite um número ilimitado de viagens em até 24 horas.

Minha viagem foi exclusivamente ao ar livre. Eu preferi andar a pé por todos os lugares ao invés de utilizar ônibus ou metrô, que também são boas escolhas. Eu aprendi bastante e conheci lugares, que geralmente, não estão nos Guias Turísticos da Itália.

Saiba Mais sobre Roma

Aeroportos (Guia Prático de Roma)

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