Dicas de quem já viajou para Vancouver - Canadá

A cidade segue firme no posto de vedete Canadense

Compartilhe:

Entra ano, sai ano e Vancouver mantém o que tem de bom e recicla o que pode melhorar. Prédios tinindo de novos, parques sempre floridos, praia no verão e esqui no inverno. Difícil não sentir uma vontade de ir adiando a volta para casa

Todo mundo aprende na escola que o Canadá é um país na pontinha de cima do globo com duas línguas oficiais – o francês e o inglês –, invernos polares e neve chegando na altura do teto das casas. Um lugar com muito verde, ursos e alces; e onde o hóquei no gelo e o curling (aquele esporte em que os participantes esfregam o chão com instrumentos que parecem uma chaleira e uma vassoura) são paixões nacionais. Uma nação de gente loira, olhos azuis e pele branquinha. Pois bem, na prática, Vancouver, no extremo oeste do país, é e não é nada disso!

Comecemos colocando os pingos nos “is”. O inglês é o idioma falado na cidade (francês, apenas em comunicados e placas oficiais e nas embalagens dos produtos nos supermercados). Inverno significa chuva e um tantinho só de neve. E, em vez de gringos branquelos, você esbarra com gente de toda parte do mundo, com um reforço extra vindo da Ásia. Hóquei, natureza e ursos, isso sim, existem aos montes!

Cosmopolita, jovem, de bom gosto e com comportamento eco-friendly, Vancouver é uma daquelas cidades que acertou meu coração em cheio. Um caso de amor que começou em 2007, quando ela deliciosamente me acolheu em meu primeiro intercâmbio cultural. Sete anos mais tarde, finalmente paguei uma dívida comigo mesma de voltar ao desembarcar em seu aeroporto modernoso, quase irreconhecível graças à reforma que passou para recepcionar os atletas e turistas em competição esportiva de inverno de 2010, sediados parte ali, parte em Whistler, um vilarejo de 10 mil habitantes, a 125 quilômetros de Vancouver.

Nesses sete anos, não só o aeroporto, mas a cidade toda se renovou. Os sofisticados (e carésimos!) arranha-céus envidraçados que refletem a paisagem de montanhas e pinheiros e o mar de Vancouver quadruplicaram em número e em $$$. Novos hotéis, restaurantes e uma linha inteira do skytrain, o eficiente metrô com 47 estações que conecta a cidade de ponta a ponta – e municípios vizinhos –, são uma mão na roda na vida dos turistas. Os lugares não acessíveis por skytrain contam com um pontual sistema de ônibus, ferries e os Aquabus, barquinhos que funcionam como táxis aquáticos.

Por essas e outras, na última década, Vancouver tem dançado entre a quarta e a quinta posição das melhores cidades do mundo para se viver, segundo o ranking da Mercer, instituição que mede a qualidade de vida nos continentes. O título, aliás, já foi dela por três anos consecutivos – e agora é da austríaca Viena.

Enquanto Vancouver faz direitinho a lição de casa nos critérios economia, cultura, educação, saúde, infraestrutura e segurança – os itens avaliados pela Mercer –, ela ainda tem outro ponto a favor: a natureza. O oceano Pacífico faz lotar as areias das praias no verão, as montanhas viram estações de esqui no inverno e, em qualquer época do ano, mais de 200 parques estimulam atividades ao ar livre, mesmo com a chuvinha constante que insiste em cair nos meses mais frios.

Foi a bordo do Aquabus (theaquabus.com, $ 8) que comecei a ter as primeiras impressões dessa nova cidade remodelada para as Olimpíadas de Inverno de 2010. Deslizando pelas águas da False Creek, um braço do mar que separa Downtown dos demais bairros, dá para ver, em uma tacada só, alguns dos cartões-postais. O domo geodésico do Science World (1455 Quebec Street, scienceworld.ca, $ 22,50), com 47 metros de altura, abriga um museu de ciências interativo cheio de coisinhas para a criançada ver, ouvir, apertar, empurrar… As salas, separadas por temas, apresentam experimentos de física, desafios de ilusão de óptica e brincadeiras para caçar a própria sombra e para ver a formação de um tornado. E, ainda, o maior cinema Omnimax 3D de todos, com uma telona redonda no topo do domo.

Aquabus - Vancouver no Canadá

Aquabus – Vancouver no Canadá

O BC Place Stadium domina a paisagem do outro lado da margem. O estádio, orgulho dos moradores, tem mil e uma utilidades: é a casa do time de futebol americano British Columbia Lions, campo de futebol do Vancouver Whitecaps e espaço de shows. Tudo acontecendo sob a maior estrutura de teto retrátil do planeta. Em 2015, ele terá mais uma função: será um dos palcos da Copa do Mundo FIFA feminina, realizada no Canadá, e vai sediar nove partidas, inclusive a final. Ainda que não seja temporada de jogos, se você, como eu, é fanático por esportes, compensa investir alguns dólares no All Access Experience para conhecer a incrível estrutura do estádio, os vestiários e o BC Sports Hall of Fame and Museum (777 Pacific Boulevard, bcsportshalloffame.com, $ 20), com um resumão sobre os esportes, os atletas e as participações do Canadá nas grandes competições internacionais.

O barquinho também faz um pit stop esperto no píer de Yaletown, um bairro trendy, mas que já foi “caidão”. Ele é um clássico exemplo da modinha que se espalhou mundo afora de transformar vizinhanças decadentes em endereços frequentados por gente bonita e descolada. Prova é que seus galpões antes abandonados agora são restaurantes badalados e butiques de luxo – ou foram convertidos em condomínios de milhões de dólares comprados pelos cheios da grana.

Com tempo de sobra na agenda, estiquei o passeio até a Granville Island, um lugar com personalidade forte. Faça chuva, faça sol, é ali que os vancouverites batem ponto nos finais de semana por causa do mercadão público que vende de tudo um pouco: são 200 banquinhas de frutas, flores, chocolates, artesanato, pães, doces, peixes, queijos… E ninguém faz cerimônia na hora de comer: em pé, em frente ao balcão ou nas mesinhas dos restaurantes que sempre privilegiam produtos locais nas receitas.

Yaletown - Canadá

Yaletown – Canadá

Na própria ilha, a Granville Island Brewing Co. (1441 Cartwright Street, gib.ca. Tour: $ 9,75) é parada obrigatória para os apreciadores de cerveja artesanal. Tem tours, degustação e 20 rótulos diferentes para encher o caneco ou levar para casa garrafas com 10% de desconto. Já a meninada tem a sua versão de mercado no Kids Market, com mais de vinte lojinhas de brinquedos, doces, jogos e livros, além de áreas para fazer mágicas ou entrar no mundo do faz-de-conta. De maio a setembro, um plus para a garotada: o Granville Island Water Park, um parque aquático, na faixa, com toboágua, piscina, escorregadores e borrifadores de água.

Pode apostar: quem não está na Granville Island certamente está andando de bike, patins ou correndo nos 27 quilômetros de trilhas dentro da mata e à beira da baía no Stanley Park, o maior parque urbano da América do Norte, com três vezes o tamanho do Ibirapuera, em São Paulo. Na verdade, cumprir a lista das atividades dessa gigantesca área verde coladinha em Downtown é um programa para mais de um dia. Só assim é possível ir ao Vancouver Aquarium (845 Avison Way, vanaqua.org, $ 29), instalado dentro do parque, e ver apresentações com saltos acrobáticos de golfinhos e com movimentos dóceis de belugas – além de aquários com tubarões, tartarugas, pinguins, sapos, águas-vivas e uma infinidade de peixes coloridos. E, ainda, incluir no roteiro um passeio de trenzinho, caminhadas entre jardins floridos e, de quebra, esticar a canga na Second Beach, Third Beach ou em uma piscinona aberta ao público. Perdi as contas de quantas vezes aluguei bikes na Bayshore (745 Denman Street, bayshorebikerentals.ca, a partir de $ 6) e na Spokes (1798 W Georgia Street, spokesbicyclerentals.com, a partir de $ 6,67) para completar o trecho de 22 quilômetros da seawall (um caminho que contorna o parque inteiro) e conferir a vista para a Lions Gate Bridge, a ponte engenhosa com 1.823 metros de extensão, que liga Vancouver aos distritos de North Vancouver e West Vancouver.

O grande barato é que os parques de Vancouver nunca são os mesmos em cada estação do ano. Já vi o Queen Elizabeth Park (4600 Cambie Street, vancouver.ca/parks-recreation-culture/queen-elizabeth-park, gratuito) transbordando energia no verão; lotado de gente posando para fotos diante das flores, na primavera; colorido em tons de laranja no outono, e com alguns gatos pingados jogando tênis ou Pitch & Putt no inverno. Desde que apareceu em um dos filmes da saga Crepúsculo, no entanto, ele nunca está vazio.

Quem também tem a casa cheia de janeiro a janeiro é o Capilano Suspension Bridge Park (3735 Capilano Road, North Vancouver, capbridge.com, $ 35,95) graças à sua ponte suspensa, a mais longa e alta do mundo. A estrutura de cabos de aço com 137 metros de extensão e 70 metros de altura – o equivalente a um edifício de 23 andares – é tão resistente que é capaz de suportar, sem exagero, o peso de dois aviões Boeing juntos. Vá sem medo e ainda encare com bravura as sete passarelas penduradas entre as copas de árvores, a 30 metros do chão. A Cliffwalk foi a última inovação do parque e ficou uma beleza: é uma passarela de observação presa a uma rocha, sobre um penhasco, com trechos do piso feito de vidro. O parque fica em North Vancouver, mas é fácil, fácil chegar – o dia inteiro há free shuttles saindo em frente ao Canada Place, em Downtown.

O que nem sempre chega aos ouvidos dos turistas é que existe uma versão compacta de ponte suspensa no Lynn Canyon Park (3993 Peters Road, North Vancouver, lynncanyon.ca, gratuito) – e o melhor, sem ter de desembolsar um centavo sequer para entrar. Particularmente, sou bem mais fã desse parque. Além da ponte na faixa, existem dezenas de trilhas sinalizadas para caminhar e pedalar, quedas d’água, áreas de piquenique e penhascos onde a galera destemida não mede esforços para exibir seus “saltos ornamentais” em um rio que vira prainha no verão.

Quando as temperaturas começam a baixar e a neve pinta de branco as montanhas, o point muda de endereço: as estações de esqui. São três em Vancouver – Cypress, Seymour e Grouse Mountain. Com uma ajudinha do tempo, em novembro, as 40 pistas de Seymour e as 53 de Cypress abrirão as portas aos praticantes de esqui, snowboarding, atividades freestyle, snowtubing, snowshoeing e cross-country.

Com sérias limitações em esportes na neve, preferi dar meus primeiros passos (e levar os primeiros tombos!) sobre um esqui na escolinha de Grouse Mountain, a mais próxima do centro da cidade. Ali, a montanha é menos íngreme e as descidas, mais indicadas para quem não tem experiência alguma. Mesmo que ela não seja a recordista em altura, seus 1.231 metros são suficientes para ter o melhor panorama de Vancouver. Um bom motivo para descer as pistas à noite, quando a cidade está toda iluminada.

Trocar as gôndolas vermelhas por uma trilha com 2.830 degraus para alcançar o topo de Grouse Mountain também faz parte da experiência. Pelo menos para os esportistas, os determinados e os desavisados, como eu. Quando tive a brilhante ideia de encarar a subida de 2,9 quilômetros pela primeira vez, cheguei tão esbaforida no cume que mal conseguia enxergar um palmo à frente. O pior é que tive essa brilhante ideia pela segunda vez, sete anos mais tarde. Não precisei de dez minutos para lembrar porque tinha prometido a mim mesma que nunca mais enfrentaria o desafio: quando você pensa que está quase no topo, uma placa pendurada em uma árvore lembra que um quarto do percurso acaba de ser completado. Pensando bem, a nova empreitada nem foi tão ruim assim, a ponto de eu repetir a dose mais três vezes. Além de esqui e hiking, Grouse também tem zipline, paragliding, tours de helicóptero e uma turbina eólica com uma cabine de vidro com vista de 360 graus da paisagem para quem prefere pegar mais leve.

A dualidade entre a natureza e as delícias da vida urbana é a cereja do bolo de Vancouver. E Downtown faz esse mix com maestria: concentra parques, a praia de English Bay (concorrente de peso da Kitsilano Beach), restaurantes estrelados, bares da moda, casas noturnas e um sem-fim de lojas para esfolar o cartão de crédito. Vide a Robson Street, uma versão da nova-iorquina Madison Avenue (guardadas as devidas proporções!). Ao menos 150 lojas – entre Guess, Zara, Banana Republic, Lululemon, Forever 21, GAP, Tommy Hilfiger, Lush, M.A.C. –, dividem espaço, lado a lado, na rua que tem um dos metros quadrados mais caros do mundo.

O Pacific Centre Mall, também em Downtown, é o shopping bacanudo da cidade. Tem Michael Kors, Hugo Boss, Max Mara, Holt Renfrew e Apple, para bolsos que permitem extravagâncias, e H&M, Hollister, American Eagle, Nine West, GAP e Sephora para não estourar o budget. Fora as 90 lojas, ele ainda é interligado à famosa loja de departamentos The Bay e ao estiloso Hotel Four Seasons.

Basta atravessar a rua para ir das compras à arte. A Vancouver Art Gallery (750 Hornby St, vanartgallery.bc.ca, $ 20) é recheada com uma coleção permanente com mais de 10 mil quadros, incluindo 200 obras de Emily Carr – o maior acervo reunido da artista canadense. Já um passeio interessante pela história é no Museum of Anthropology (6393 NW Marine Drive, moa.ubc.ca, $ 16,75), dentro da UBC, a maior universidade de British Columbia. Perdi a noção do tempo ao percorrer ala por ala e abrir gaveta por gaveta do acervo para ver como povos de todos os cantos do planeta viviam e se vestiam em tempos passados. Recomendo uma parada prolongada na sala que esmiúça o curioso lifestyle dos First Nations, os nativos do Canadá, bem similar ao dos esquimós do vizinho Alasca. E uma escapada à área externa onde estão totens de madeira enormes esculpidos por eles.

Voltando às delícias urbanas, a Davie Street traduz a vibe eclética de Vancouver. O trecho entre a Burrard Street e a Jervis Street é o território GLS, como as bandeirolas de arco-íris penduradas nos postes e os pontos de ônibus e lixeiras pintados de rosa-choque deixam bem claro. Não à toa, ganhou o apelido de gaybourhood. De ponta a ponta da rua, restaurantes indianos, vietnamitas, franceses, espanhóis, gregos, chineses e japoneses oferecem cardápios com o que você quiser – e de onde imaginar.

Endereços para experimentar a cozinha canadense mesmo, quase não há, afinal, ao contrário do leste do país, onde a cultura francesa também chegou à cozinha, no lado de cá a tradição culinária deixa a desejar. Com exceção, claro, do poutine, um prato com batata frita afogada em uma generosa porção de gravy (um caldo extracalórico feito com a “água” da carne cozida) e colheradas igualmente fartas de queijo.

Até cadeias de fast food incluíram a iguaria no menu. O restaurante Smoke’s Poutinerie (942 Granville Street, smokespoutinerie.com, $ em conta) dedicou seu cardápio inteiro a versões criativas de poutine. São 30 variações, como o Philly Cheesesteak Poutine, meu preferido, com tiras de carne, cogumelos sauté e cebola caramelizada cobertos com muito queijo e um toque de pimenta vermelha – por $ 8,99.

Apesar da limitação de receitas típicas, come-se muito bem em Vancouver. Às vezes, coisas que fogem do comum. É o caso da La Casa Gelato (1033 Venables St, lacasagelato.com, $ em conta) e seus 218 sabores de sorvete. Difícil acreditar, mas há quem encare com vontade sorvetes de cebola, alho, wasabi, curry e feijão vermelho. A ManCakes Bakery (288 Robson Str, mancakesbakery.com, $ em conta), além de servir o Death Wish Coffee – que não recebeu este nome por acaso: é o café mais forte do mundo –, tem cupcakes de abacaxi com creme de tequila, de baunilha com caramelo, queijo cheddar e pipoca doce, e de chocolate com mousse de mascarpone e geleia de vinho tinto.

Esquisitices que se caíssem nos ouvidos de Gassy Jack, o marinheiro com fama de fofoqueiro que viveu em Vancouver no final dos anos de 1800, certamente teriam filas de curiosos na porta. Por causa dessa figura carismática, Gastown, o bairro mais antigo da cidade, recebe visitantes desde o século 19 – como mérito, Jack ganhou uma estátua no coração da vizinhança.

Gastown é o contraponto de Downtown. As ruas ainda conservam a pavimentação de cerâmica, postes de metal iluminados a gás, construções vitorianas – hoje convertidas em lojinhas de suvenires – e o Steam Clock, o relógio a vapor que, a cada 15 minutos, toca música e solta fumaça – isso, desde 1977.

O mais moderno ali são as lojas de design, moda e móveis, as galerias de arte e a Lookout Tower (555 W Hastings St, vancouverlookout.com, $ 15,75), uma plataforma que lembra um disco voador no alto do Harbour Centre, a 169 metros do chão. Um elevador panorâmico leva ao deque de observação em 40 segundos, de onde é possível ver a cidade esparramada aos pés. Vá por mim: vale mais a pena chegar antes do pôr do sol e jantar no Top of Vancouver Revolving Restaurant (555 W Hastings Street, topofvancouver.com, $ razoável), um andar abaixo. Entre uma garfada e outra, o restaurante gira 360 graus e a cidade vai mudando de cenário e de cor até ficar pontilhada de luzes. É essa a imagem de Vancouver que tenho fixada em minhas retinas. Bom descobrir que ela ainda faz meu coração bater forte.

SAIBA MAIS SOBRE VANCOUVER

  • Visto – Brasileiros precisam de visto para entrar no Canadá.
  • Moeda: A moeda oficial é o dólar canadense (CAD). Clique e confira a cotação: http://www4.bcb.gov.br/pec/conversao/conversao.asp
  • Fuso horário: – 4 horas
  • Clima – Por ter clima oceânico, Vancouver registra um dos invernos menos rigorosos do Canadá. Em contrapartida, também tem verões amenos. As temperaturas raramente atingem -10 °C nos meses frios e 30 °C nas estações quentes.

Por: Danielle Motta – Seu Próximo Destino

Compartilhe:

Participe deixando seu comentário!


Buscador De Viagem
Origem:
Data de Ida:
Destino:
Volta:
Adulto
Criança
Bebê
Ligue
(61) 3573 - 4440
Envie E-mail
Acesse o Site

BUSCAR

APLICATIVO

GUIAS

SAIBA MAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

PassagemAerea.com.br

Bem - vindo ao PassagemAerea.com.br! O único site que reúne agências de viagem que vendem online e oferece a comodidade de você comprar com facilidade e segurança, em qualquer horário em sua casa, escritório ou celular.

Utilize o buscador e encontre o melhor preço para qualquer destino do Brasil e do mundo. Todos os dias o site divulga companhias aéreas que estão com preço promocional de passagens aéreas, aproveite e realize sua viagem pagando o menor preço!

As agências oferecem parcelamento em até 10x sem juros, consulte a origem e destino que deseja e confira os melhores preços com garantia CERTISIGN.

Encontre as melhores dicas e promoções de passagem aérea diariamente.

Copyright © 2017 • Todos os direitos reservados do site Passagem Aerea. Site criado pela CNTEC - Empresa de Marketing e Tecnologia