Chicago - Seu próximo destino nos Estados Unidos

Dicas e motivos para você comprar sua passagem aérea para Chicago

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Arranha-céus espelhados, templos de consumo, arte e espetáculos em abundância, paixão pelo baseball, restaurantes estrelados, bairros que lançam tendências e um grande parque onde turistas e moradores se encontram o ano todo, mesmo quando a neve domina o gramado da área central. Poderia ser uma descrição nova-iorquina, certo? Mas a verdade é que tudo isso se aplica com perfeição à apaixonante Chicago.

A maior cidade do estado americano de Illinois e terceira maior do país (fica atrás de Nova York e Los Angeles em número de habitantes) ainda soma aos predicados acima um gigante lago que dá praia no verão, as cervejarias e destilarias artesanais que viraram febre, o jazz, as histórias de Al Capone e muito mais.

O quase onipresente lago Michigan chega a parecer mar ao turista mais desavisado: são 58 mil metros quadrados de área e mais de 30 praias artificiais (com direito a areia e tudo), que chamam a atenção do alto dos principais mirantes da cidade, como o 360Chicago (875 N Michigan Ave, 360chicago.com, US$ 18),antigo John Hancock Observatory, ou a célebre Willis Tower (233 S Wacker Dr, willistower.com, US$ 19), antiga Sears Tower, que já foi o edifício mais alto do continente. De dia e de noite, ver Chicago de cima de seus muitos arranha-céus é fundamental para entendê-la. A cidade que literalmente renasceu das cinzas sabe como poucas se reinventar constantemente sem nunca perder sua essência.

CALDEIRÃO CULTURAL

Também chamada domesticamente de “windy city” (cidade dos ventos) e “the second city” (por já ter sido a segunda maior dos EUA), Chicago é hoje um sedutor caldeirão cultural, com moradores das mais distintas ascendências. Fundada em 1780 quando um colonizador se casou com uma índia nativa, traz a marca da miscigenação desde o princípio de sua história moderna – e ainda serviu de porto seguro para a população negra que migrou para lá em meados do século passado, deixando na cidade os deliciosos rastros de jazz e blues.

Hoje, tanta mistura deu samba (são quase 80 comunidades étnicas diferentes formando sua população, inclusive a brasileira) e as influências multiculturais se refletem também na cozinha da cidade, que hoje já tem quase tantas estrelas Michelin quanto Nova York.
Mas nem tudo são flores na história de Chicago: em 1871 um grande incêndio destruiu quase toda a cidade, que precisou, literalmente, ser reconstruída. Hoje, os frutos de um arrojado projeto urbanístico de Daniel Burnham, Frank Lloyd Wright e Mies van der Rohe parecem conviver em perfeição com os poucos edifícios pré-incêndio ainda remanescentes.

Entre edifícios antigos e arranha-céus espelhados que refletem a cidade por toda parte, chama a atenção o icônico Millenium Park (201 E Randolph St, cityofchicago.org) ponto de encontro de turistas e moradores o ano todo. Seja aproveitando o verdejante gramado para descansar e fazer um piquenique nos meses mais quentes ou brincando com a neve acumulada no rigoroso inverno, todos passam pelo Millenium – e não são raras as atividades culturais gratuitas por lá.

A maior atração do enorme parque – entre diversas outras formas de artes plásticas públicas, fontes d’agua lúdicas e espaços culturais – é a enorme peça metálica de Anish Kapoor batizada de Cloud Gate (popularmente chamada de “the bean”, o feijão, devido a seu formato), que reflete o famoso skyline de Chicago nas fotografias de todo turista. Prepare-se para passar muito tempo por ali, explorando todos os ângulos da superfície côncava da peça.

Millenium Park - Chicago

Millenium Park – Chicago

ARTE PÚBLICA

Arte é uma das marcas registradas de Chicago: nos (muitos) parques, nas calçadas, nas praças, na entrada de edifícios comerciais e públicos e, é claro, nos diversos museus da cidade, ela está sempre presente, provocando, questionando, estimulando. Hoje, são mais de 6 mil obras de arte espalhadas somente por seus espaços públicos.
Dos muitos museus, o Art Institute (artic.edu, US$ 23), anexo ao Millenium Park, é incontornável. O próprio prédio, com alas nova e antiga de arquiteturas bruscamente diferentes entre si, fornece uma amostra da variedade de obras que o visitante encontrará ali – de Picassos e Giacomettis a nomes menos conhecidos da arte contemporânea, por exemplo.

O Museu de Arte Contemporânea (220 E Chicago Ave, .mcachicago.org, US$ 12) também certamente vale a visita, tanto pela coleção permanente como pelas exibições temporárias (a partir de setembro, é a mostra sobre David Bowie que visita o museu).

Para quem viaja com crianças e adolescentes, os excelentes Shedd Aquarium (sheddaquarium.org), The Field (fieldmuseum.org), Adler Planetarium (adlerplanetarium.org) e Museu de Arte e Indústria (msichicago.org) são ótimos programas para fazer em família, com propostas bastante interativas.

Shedd Aquarium

Shedd Aquarium – Chicago

DO BÁSICO AO DIFERENTE

Se ver a cidade do alto de seus arranha-céus é fundamental para entender sua urbanização, vê-la do rio também pode ser um programão. Os passeios em barco que saem durante todo o dia da Chicago First Lady Dock são uma bela maneira de ver a cidade literalmente por outra perspectiva – os tours arquitetônicos e na hora do pôr do sol são os melhores e mais disputados, oferecendo riqueza de detalhes nas explanações enquanto o barco percorre o rio.

Mas o transporte de Chicago tem outro ícone, é claro: o Chicago Elevated, ou Loop, ou simplesmente “L” para os moradores, é figurinha batida em todas as produções hollywoodianas que têm como cenário a cidade. O trem que circula na região central da cidade em trilhos suspensos é, além de uma excelente forma de se deslocar pela região ou chegar aos bairros menos turísticos, a cara de Chicago.

Se o seu plano for simplesmente passear, aposte no Chicago Loop Train Tour (architecture.org, US$ 20), uma divertida visita guiada gratuita de 40 minutos promovida pela Chicago Architecture Foundation – você faz o trajeto do “L” aprendendo sobre os edifícios mais icônicos da região ao mesmo tempo.

A grande artéria da área central de Chicago é a Michigan Avenue, cuja parte ao norte do rio. Ela é internacionalmente conhecida como Magnificent Mile por enfileirar ao largo de uma milha endereços de consumo e moda que vão desde marcas populares a ícones do luxo, além dos três principais shopping centers da cidade. Tem ainda outlets no caminho para o aeroporto e um grande Mercado de Natal, o Christkindlmarket, do final de novembro às vésperas do Natal. É difícil mesmo para o menos consumista dos viajantes não se deixar render frente a tanto apelo.

Mas, além do básico turístico de Chicago que se estende pela zona central, outros bairros mais distantes, com pitadas semelhantes ao Soho, East Village ou Brooklyn nova-iorquinos, têm ganhado o coração dos turistas. Wicker Park, Lincoln Park e Logan Square são atualmente as grandes vedetes nesse sentido, reunindo cafés com toque hipster, butiques independentes, brechós e pequenas galerias de arte em suas ruas.

Pouco a pouco, outros bairros mais afastados da zona central de Chicago começam a virar ponto de visitação dos turistas mais descolados, como Lake View, antigamente conhecido apenas pela localização do estádio de baseball Wrigley e hoje adorado por fãs das nanocervejarias artesanais e jovens designers locais. E, claro, durante a temporada, assistir um jogo de baseball ali também é programão: o Wrigley Field completa este ano seu primeiro centenário e a experiência vale a pena mesmo que você não entenda do esporte.

A Chicago multicultural também se reflete na gostosa visita a alguns dos bairros étnicos da cidade, da clássica Chinatown aos pitorescos Greektown, Albany Park e Humbolt Park (originalmente de porto-riquenhos). Dá para explorar os bairros fora do circuito comum por conta própria ou fazendo bom uso do sistema de tours guiados gratuitos oferecidos pela cidade e chamados de Chicago Greeter (chicagogreeter.com).

Chinatown - Chicago

Chinatown – Chicago

COZINHA ESTRELADA

A deep dish pizza, a pizza local que mais parece uma torta, é um clássico incontornável da cidade há muito tempo – o Gino’s é um dos endereços mais apropriados para degustá-la. E a cidade também ganhou recentemente uma filial da popular casa Eataly, nos mesmos moldes da unidade de Nova York – e com direito a uma “birreria” (cervejaria) entre seus stands de comida italiana feita na hora.

Hoje a alta gastronomia também tem lugar cativo em Chicago: são 29 estrelas Michelin distribuídas por 25 dos seus melhores restaurantes – o que não falta em Chicago são opções para comer muito bem.

Democrático como só ele, o pequeno e discreto Goosefoot (2656 W Lawrence Ave, goosefoot.net) vale o deslocamento para além de Lincoln Square. Ali o chef Chris Nugent e sua esposa brasileira Nina recebem clientes para jantar em sistema BYOB – você mesmo pode levar o que quer beber durante sua refeição, sem pagar nada a mais por isso. O menu degustação oferecido pela casa todas as noites é delicado e impecável, tanto na apresentação quanto no sabor.

Instalado no 16º andar da Trump Tower, um dos edifícios símbolo de Chicago, o Sixteen (401 N Wabash Ave, sixteenchicago.com) é outra aposta certeira na alta gastronomia da cidade. O chef Thomas Len oferece diariamente duas opções de menu degustação para serem apreciadas, enquanto o visitante se deslumbra com a beleza da cidade por detrás da paredes envidraçadas. Os menus mudam conforme as estações do ano e a reserva para o jantar é obrigatória.

No badalado bairro do West Loop, o restaurante Grace (652 W Randolph St, grace-restaurant.com) ganhou sua segunda estrela Michelin antes de completar um ano de funcionamento. Sob o comando do chef Curtis Duffy, abre somente para o jantar e seus menus degustação têm entre oito e 12 passos, planejados para serem degustados sem pressa, num programa que tomará boa parte da sua noite. Bastante ousado e criativo, Chris pode servir seus pratos em pedaços de troncos de árvore ou recipientes feitos de gelo, por exemplo.

Grace Restaurant - Chicago

Grace Restaurant – Chicago

EXPERIMENTAÇÕES ETÍLICAS

Foi-se o tempo – felizmente – que a lei seca imperava e Al Capone tocava o terror etílico na cidade. Hoje, Chicago vive um boom de cervejarias e destilarias artesanais de gim e vodca. Com produção local e bastante limitada, algumas delas apostaram em ter seu próprio bar para servir de vitrine para a bebida que produzem.

A CH Distillery (564 W Randolph St, chdistillery.com), em pleno Loop, é um belo exemplo disso. Com um pequeno salão e um disputado bar, a casa fica acoplada às salas de destilação – com direito a paredes de vidro e tudo, para os clientes verem também parte da ação (e tem tours gratuitos às quartas e aos sábados) – e serve ótimos drinques preparados com seus próprios destilados.

Com tanta produção etílica acontecendo na cidade, o que não falta são bares, novos e antigos, para a pausa da happy hour ou um fim de noite bem animado. O grande nome da mixologia em Chicago atualmente é Charles Joly. Ele está à frente do disputado The Aviary (955 West Fulton Marke,theaviary.com) – para entrar, ou você faz sua reserva com antecedência ou enfrenta até duas horas de espera na fila do lado de fora. Seus drinques (caros para os padrões de Chicago, em torno de 30 dólares cada) vêm sempre acompanhados de recipientes diferentes e um certo mise-en-scène que pode incluir até pirotecnia.

Com tantos arranha-céus na cidade, Chicago também é terra de rooftop bars, bares nos quais você pode ver o belo skyline da cidade enquanto degusta um saboroso drinque, como o ROOF on the Wit (201 N State St, roofonthewit.com), instalado no 27º andar do edifício, com teto retrátil e paredes de vidro.

A oferta de lugares para ouvir jazz e blues de boa qualidade em Chicago é farta, dos speakeasy bars mais moderninhos a bares escurinhos em alguns dos bairros étnicos da cidade ou Bronzeville – além de seus festivais anuais em junho e agosto. Mas a verdade é que jazz e blues podem ser ouvidos gratuitamente pelas ruas, calçadas e estações de metrô da cidade pelos artistas locais e imigrantes que se apresentam com elevada frequência em troca de moedas ou um escancarado sorriso – a cara da cidade.

O culto às cervejarias artesanais voltou a Chicago com força total. Inspiradas na célebre Goose Island, a cerveja local tipo exportação, hoje elas existem nos mais variados tamanhos – incluindo muitas micro e nanocervejarias, de produção quase familiar – e são excelentes lugares para provar a produção local e bater papo com moradores. A DryHop (dryhopchicago.com), no moderninho bairro de Lake View, serve suas cervejas não apenas nas tradicionais pints e canecas mas também em flights, semelhantes a degustações de vinho, dando ao visitante a chance de provar diferentes tipos de cerveja sem excessos.

CH Distillery

CH Distillery – Chicago

Por: Mari Campos – Seu Próximo Destino

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