Pontos turísticos de Paris

Pontos turísticos de Paris

Torre Eiffel

Construída com o intuito de comemorar os cem anos da Revolução Francesa, a Torre Eiffel foi criada por Gustave Eiffel, mesmo engenheiro de outros monumentos como a Estátua da Liberdade em Nova York e a Ponte de D. Maria Pia em Porto (Portugal).

Na realidade, a Torre Eiffel fazia parte de uma série de exposições na França em 1889. A “Exposition Universelle” (Exibição Universal, em português) aconteceu entre 6 de Março e 31 de Outubro do mesmo ano. A Torre Eiffel era uma das mais importantes obras, sendo considerada o símbolo principal, que servia de entrada para a exposição.

A Torre Eiffel demorou dois anos para ficar pronta, encantando todos os parisienses quando foi finalmente inaugurada. No início, ela seria desmontada logo após a Exibição Universal. Mas, felizmente, o criador Gustave Eiffel conseguiu uma autorização para o monumento continuar em pé. Não precisa comentar que essa atitude foi uma das mais inteligentes que já teve.

Atualmente, a Torre Eiffel pode ser considerada o principal ponto turístico da Europa. Em seu primeiro andar é possível fazer uma ótima refeição parisiense no Restaurante 58 Torre Eiffel. No segundo andar, já é possível visualizar uma boa parte da cidade francesa e os principais pontos turísticos de Paris. No terceiro, e mais alto, andar, a visão é totalmente privilegiada por aproximadamente 350 metros de altura.

Para subir na torre, os preços variam de acordo com o andar que você deseja ir. Para chegar até o 1º andar, você pode pagar em torno de 5 euros ou utilizar as escadas. Para o 2º andar, o preço sobe para 8 euros e no topo, o valor aumenta para 12 euros.

Torre Eiffel - Paris

Museu do Louvre

O maior museu de Paris, e talvez do mundo, guarda as mais importantes coleções de arte. Tanto quadros famosos, como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, quanto estátuas, como Vênus de Milo e Vitória de Samotrácia, podem ser vistos no Museu do Louvre. O local possui diversas alas e andares, sendo impossível conhecê-lo em apenas um dia. O museu foi construído entre 1852 e 1857, durante Napoleão III. Entre os anos 1871 e 1989, o local foi sede do Ministério da Fazenda.

São mais de 300 mil obras de arte em um dos principais cartões de visita da cidade. Conhecido por ser a morada dos reis franceses entre os séculos 13 e 18, o Museu do Louvre surpreende todos os turistas, que passam pela grande pirâmide de vidro. Com muita paciência e vontade de andar, você também pode ver a obra O Código de Hamurabi, que instituiu a lei do “olho por olho”.

Como o local é muito maior do que qualquer um pode imaginar, todos os visitantes ganham um mapa com as direções a seguir. O Museu do Louvre é dividido em três alas: Sully, Richelieu e Denon. Os nomes são em homenagens a grandes funcionários do estado: Sully foi ministro da fazenda de Henry IV, Richelieu foi ministro de Luis XIII e Denon, primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I.

Além das três partes, o museu também é dividido em 4 níveis: subterrâneo, primeiro, segundo, terceiro e quarto andar. No mapa dado aos visitantes é possível ver as divisas entre Antiguidades Orientais, Egípcias, Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval.

Entre algumas curiosidades do Museu do Louvre estão: o museu recebe aproximadamente 8 milhões de pessoas por ano; se um visitante gastasse apenas 30 segundos em cada obra do Louvre, ele levaria 3 meses para ver tudo; a coleção do Antigo Egito tem aproximadamente 5 mil peças no Louvre, entre estátuas, vasos, sarcófagos e múmias.

museu do louvre

Arco do Triunfo

Com o desejo de honrar o Grande Exército Francês, a ideia do Arco do Triunfo partiu de Napoleão Bonaparte em 1806. O monumento possui 50 metros de altura por 45 de largura. A ideia principal era que os soldados voltassem para Paris, passando por um arco da vitória, que ficou conhecido como o Arco do Triunfo.

Sua inauguração foi em 1836, no reinado de Luís Filipe, que dedica o Arco do Triunfo aos exércitos da Revolução do Império. Considerado um dos mais importantes monumentos históricos da França, o Arco também é um símbolo patriótico. Na sua base, no centro do monumento, encontra-se o Túmulo do Soldado Desconhecido da Primeira Guerra Mundial, desde 1921. Para sua homenagem, como a de todos os soldados mortos em combate, uma Chama da Memória está acesa desde 1923.

O acesso até o Arco do Triunfo é feito por um túnel, muito parecido como o metrô. A entrada, também semelhante, é feita pelas escadas na Champs Élysées. Para subir o monumento, é necessário pagar um valor simbólico. Dentro do local, é possível ver diversas esculturas, réplicas do Arco, além fotos e reportagens sobre a invasão de Hitler a França.

Para quem deseja conhecer o Arco do Triunfo, não pode deixar de conhecer o Túmulo do Soldado Desconhecido; a Chama Eterna; o Museu de História do Monumento; os detalhes, esculturas e cenas da Revolução e do Império; a Vista Panorâmica do Terraço; e a principal avenida de Paris, Champs Élysées.

arco do triunfo

Avenida Champs Élysées

Considerada uma das principais e mais belas avenidas de Paris, a Champs Élysées é um reduto de beleza, harmonia e boêmia da capital parisiense. Com diversos bares e restaurantes, a avenida também possui as melhores marcas e grifes da moda como, por exemplo, Cartier, Louis Vuitton, Lacoste, Abercrombie &Fitch, Eric Bombar e Guerlain.

Conhecida também como Brand Avenue, a Champs Élysées está na lista das avenidas mais acolhedoras do mundo. Durante um visita, você pode conhecer os dois mais belos prédios de Paris: o Grand e o Petit Palais. Ao fazer um Tour de France, a Champs Élysées também é o ponto final e o destino escolhido para fechar o passeio com chave de ouro.

Na avenida, assim como no bairro, você vai encontrar os melhores restaurantes, bares e hotéis. Com uma ótima qualidade e uma localização de dar inveja, as acomodações podem chegar a pesar no bolso dos turistas. Mas mesmo assim, tem pessoas que preferem o Bonjour da Champs Élysées, ao invés de outros locais.

A avenida também é escolhida nas comemorações da cidade. Em 1998, quando a França ganhou a Copa do Mundo, a Champs Élysées foi tomada por parisienses que deliravam com o título de campeão. Desde 1880, ela também recebe o Desfile Militar de 14 de Julho.

Sua história não é tão antiga quanta a da própria cidade. Em 1670, o rei Luis XIV designou a Andre Le Nôtre o trabalho de criar uma alameda com diversas árvores. Responsável pela arquitetura e paisagismo do Jardim de Versalhes, Le Nôtre prolongou o já construído Jardin dês Tuileries até o atual Champs Élysées Marcel Dassault.

A avenida passou por diversos nomes antes de chegar ao que conhecemos hoje. Ela foi conhecida como Grand Cours, Grande Allée du Roule, L’avenue du Palais des Tuileries e finalmente, em 1709, recebeu o nome de Champs Élysées. Durante a Revolução Francesa, a avenida também foi marcada pela passeata e desfile do rei Luis XVI e sua mulher Maria Antonieta, capturados e condenados a morte.

A Avenida Champs Élysées liga o Obelisco da Place de la Concorde (praça onde a Rainha Maria Antonieta e o Rei Luís XVI foram guilhotinados) até a Place Charles de Gaule, onde está localizado o Arco do Triunfo.

Avenida Champs Élysées - Paris

Ponte dos Cadeados

A Pont des Arts, conhecida também como Ponte dos Cadeados, é famosa por ser o local dos apaixonados de Paris. Embora, a Ponte esteja sofrendo riscos estruturais com o peso dos objetos, os turistas não deixam de prender seus cadeados.

Não sabe ao certo, quando a tradição começou, mas existe uma teoria. Segundo o livro italiano “Ho Vglia di Te” (Eu queria que você, em português), do autor Federico Moccia, os personagens principais colocam um cadeado na “Ponte Milvio“, em Roma, para selar um compromisso. Dessa maneira, alguns parisienses acreditam que a atitude ganhou adeptos que viram a Cidade Luz como o lugar perfeito para continuar seguindo a história.

A prática, que começou em 2008, ganhou cada vez mais turistas que viajam até Paris apenas para visitar a Pont des Arts. Com 155 metros de deck de madeira e corrimão, sua última reforma foi em 1984. Além dos apaixonados, também existem os turistas que colocam um cadeado para a família, para os amigos ou até pagam promessa, prendendo o pequeno objeto na ponte.

Diz a lenda que os casais que escrevem os nomes nos cadeados, o prendem na ponte e jogam a chave no Rio Sena continuam juntos para sempre. Verdade ou não, fato é que a Pont des Arts, que liga o Museu do Louvre ao Palácio das Artes é um dos pontos mais procurados pelos visitantes românticos de Paris.

Ponte dos Cadeados

Hotel dos Inválidos (Museu das Armas e Tumba de Napoleão)

No Hotel dos Inválidos, local conhecido por abrigar soldados que ficam inválidos nas guerras, é possível visitar dois lugares muito bacanas para quem adora história. Quem se interessa por assuntos de guerras e batalhas vai adorar conhecer o Museu das Armas, local que reúne uniformes, obras de arte, artilharia e itens de batalha dos séculos XVII e XVIII, além da Segunda Guerra Mundial. Há uma sala com diversos tipos de armaduras. São inúmeras peças de diferentes épocas, guerras e países, inclusive de classes sociais: tanto dos reis quanto de soldados.

A sala das armas é uma das mais impressionantes. Antigamente, as armas de fogo eram acessórios pessoais e indispensáveis. Diversas espécies do museu podem ser conferidas e admiradas. É possível observar a riqueza de detalhes e decoração que cada arma possui, como se fossem amuletos da sorte. Além de todas essas surpresas, é possível também ver o cavalo branco de Napoleão empalhado. Será que é de verdade? Bom, aí fica a critério de cada um.

Aos fã de Napoleão que querem ver mais do que apenas o cavalo e suas roupas, a Tumba de Napoleão também está disponível para visita no Hotel dos Inválidos. É possível conhecer e tirar fotos do enorme túmulo do Imperador. O mais impressionante é reparar nos detalhes que podem passar despercebidos, como as 12 grandes colunas femininas, que envolvem a cripta; o detalhe de coroa de louros, circulando o esquife, que significa vitória; os mosaicos no chão do Hotel; o dômus onde está localizado a tumba; e o túmulo do filho de Napoleão.

Tumba de Napoleão

Catedral Notre-Dame

Todo mundo, alguma vez, já ouviu falar sobre a história do Corcunda de Notre Dame, que cresce dentro de uma igreja, isolado da população por causa de sua aparência deformada. Esse conto foi inspirado e baseado nas grandes torres da Catedral de Paris.

A Catedral de Notre Dame, um dos pontos turísticos mais conhecidos de Paris, está situada na chamada Île de la Cité, ou Ilha da Cidade. A localização possui esse nome pelos caminhos do Rio Sena, que rodeiam as terras do centro de Paris como uma ilha.

Em 1163, o Bispo Maurice de Sully colocou a primeira pedra da Catedral de Notre Dame de Paris, projeto que demorou cerca de 200 anos para ser concluído. O edifício religioso foi considerado o maior até o século XIII. Desde 1991, a Catedral está inscrita no Patrimônio mundial da Unesco no sítio “Paris, margens do Sena”.

Na Catedral de Notre Dame, você pode conhecer a sala alta da torre norte, a galeria das quimeras, a praça do adro, o campanário da torre sul, o sino da torre sul e uma vista panorâmica do Rio Sena e suas pontes. A partir desse ponto, você pode percorrer Paris num relance de olhos.

Catedral de Notre Dame

Basílica de Sacré Coeur (Montmartre)

Localizado no ponto mais alto da cidade, a Basílica de Sacré Coeur fica no bairro de Montmartre. Por mais que a Catedral de Notre Dame possua mais fama que a Sacré Coeur, a vista que se pode ter da cidade através da Basílica é impressionante. Como fica no ponto mais alto, é possível ter uma visão panorâmica de Paris.

O acesso até a igreja pode ser feito de duas maneiras: você pode caminhar pelas escadarias frontais e admirar o belo jardim da Basílica, ou optar pelo funicular do lado esquerdo que te leva até o topo, pelo preço de uma passagem de metrô.

Os visitantes que desejam conhecer a Sacré Coeur devem tomar muito cuidado ao subir as escadas da Basílica. Por mais que a segurança seja reforçada, com soldados do exército e polícia francesa nos jardins, alguns turistas que já foram a Paris contam que algumas pessoas podem fazer você cair no “truque da cordinha“.

Principalmente, no início das escadas, alguns homens ficam na espreita, esperando os turistas subiram. Logo na entrada, chegam conversando e, enquanto os visitantes diminuem o passo, amarram uma cordinha no seu braço e exigem dinheiro para soltar.

Essa prática já é famosa e rola avisos por muitos sites de turismo. Portanto, é preferível escolher a opção do funicular quando for conhecer a Basílica de Sacré Coeur. Embora, tenha esse inconveniente, o passeio com certeza vai exceder todas as expectativas.

Sua construção começou em 1873, após a derrota da França diante da Prússia. A Basílica foi dedicada ao Sagrado Coração (Sacré Coeur em português), como sinal de arrependimento, confiança, esperança e fé. Seu formato em cruz grega também é composto por quatro cúpulas em estilo romano-bizantino.

Atualmente, a Basília de Sacré Coeur recebe mais de 10 milhões de visitantes por ano, entre turistas e peregrinos, sendo considerada o segundo monumento mais visitado da França. Com um teto todo decorado em mosaico, a Basílica mede 80 metros de altura.

Basílica Sacré Coeur

Moulin Rouge

O verdadeiro Moulin Rouge é um cabaret de Paris, que inspirou filmes e músicas ao redor do mundo. Ficou mais conhecido após a película, de mesmo nome, com a atriz Nicole Kidman. O local é considerado o berço da dança do Can Can. Hoje em dia, o Moulin Rouge oferece atrações turistas exclusivas.

Embora não seja muito barato (um ingresso chega a custar 100 Euros), o local fica lotado e agitado durante todas as noites. Com certeza, você terá um espetáculo diferente de qualquer lugar do mundo. O ambiente é decorado com a autenticidade de um cabaret antigo.

Além da obra hollywoodiana, o local já inspirou diversos outros filmes e documentários, assim como livros. Para saber mais ou adquirir ingressos, acesse o site oficial do Moulin Rouge.

Moulin Rouge

Café de Amelie Poulain

Localizado na Montmartre, entre o Moulin Rouge e o Moulin de la Gallete, o Cafe des Deux Moulins é famoso pelo filme Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain. O local ficou conhecido após ser cena de gravações do filme em 2oo1.

Atualmente, o Café conta com uma decoração exclusiva do filme, com fotos e cartazes de Audrey Tautou, que interpretou Amélie Poulain. O cardápio também é característico com lembranças da película. É um dos locais mais procurados no bairro de Montmartre, por fazer parte da história mundial do cinema.

Le Fabuleux Destin d'Amelie Poulain

Palácio de Versalhes

O Palácio de Versalhes é o maior símbolo de ostentação da história francesa. Construído desde 1664, o local passou por diversas reformas e mudanças de acordo com o desejo da corte real da França até 1789 (começo da Revolução Francesa). Sua localização fica na cidade de Versalhes, afastada da capital Paris. O local é um dos mais procurados pelos turistas na França.

No Palácio de Versalhes é possível conhecer os aposentos reais da Monarquia Francesa da época dos Bourbons. Ao passar os grandes portões do Chateau de Versailles (em francês), você vai encontrar uma enorme quantidade de ouro em todos os detalhes da arquitetura e construção. Tanto nas janelas, no telhado, nas grades, sacadas e em todos os lugares.

Durante o passeio, não deixe de conhecer os Grandes Apartamentos do Rei e da Rainha; a Galeria dos Espelhos; o salão da Guerra e o salão da Paz; os Jardins e o Parque do Castelo; e o Le Grand Trianon, pequeno palácio de mármore rosa e pórfiro.

Outro local imperdível para conhecer é o Petit Trianon, mais conhecido como O Domínio de Marie-Antoinette. Aberto apenas em 2006 para os turistas, o local revela a intimidade da esposa de Luís XVI e Rainha da França (de 1774 a 1792), Maria Antonieta, que gostava de se isolar da família real e viver uma vida simples e campestre, distante do Chateau.

Palácio de Versalhes

Tão importante quando o Palácio de Versalhes, os Jardins e o Parque de Versalhes também são muito procurados pelos turistas. Não tem como conhecer o Chateau, sem passear pelas árvores, rios, esculturas e bustos dos jardins. Com uma aparência original, eles foram reconstruídos após uma tempestade devastadora em 1999.

Jardim de Versalhes

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  1. Marcia Fagundes de Carvalho Caetano disse:

    Conheço Paris e lindíssima , Parabéns ..

  2. Ana Cristina disse:

    Aii qui lindo Um dia
    Eu vo conhecer…quando deus prepara


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